A secretária do SindSaúde, Renata Almeida disse à Gazeta do Povo que antes de tomarem a decisão pela greve tentaram o diálogo com a Secretária de Saúde do Paraná (Sesa), e alertaram o órgão sobre a paralisação do hospital do litoral no período de carnaval.
“O governador disse que sua gestão seria marcada pelo diálogo, mas tem feito exatamente o contrário. Por isso vamos usar o nosso direito de greve para sermos ouvidos”, disse Renata Lima, secretária do SindSaúde.
A falta de efetivo tem prejudicado consideravelmente o serviço do Hospital em Paranaguá. A UTI está lotada e não param de chegar ambulâncias de outras cidades do litoral. Enfermeiros ouvidos pela reportagem disseram que a situação está caótica e insustentável. A Gazeta do Povo flagrou uma mulher chorando de dor no corredor do hospital Regional, sem nenhum enfermeiro ou médico para atender.
A dona de casa Luzia Moreira da Silva, que estava em uma maca no corredor do hospital, disse que esperou 19 dias por uma cirurgia na perna e precisa fazer um Raio X porque sente muita dor. “Eu moro na cidade há 24 anos e é a primeira vez que preciso de atendimento médico. Estou sentindo muita dor e estou abandonada aqui”, disse Luzia.
A falta de efetivo tem prejudicado consideravelmente o serviço do Hospital em Paranaguá. A UTI está lotada e não param de chegar ambulâncias de outras cidades do litoral. Enfermeiros ouvidos pela reportagem disseram que a situação está caótica e insustentável. A Gazeta do Povo flagrou uma mulher chorando de dor no corredor do hospital Regional, sem nenhum enfermeiro ou médico para atender.
A dona de casa Luzia Moreira da Silva, que estava em uma maca no corredor do hospital, disse que esperou 19 dias por uma cirurgia na perna e precisa fazer um Raio X porque sente muita dor. “Eu moro na cidade há 24 anos e é a primeira vez que preciso de atendimento médico. Estou sentindo muita dor e estou abandonada aqui”, disse Luzia.
A Secretaria Estadual da Saúde (SESA) contesta a informação do Sindicato. “Apenas 13% dos funcionários não estão trabalhando e não são fundamentais para o atendimento básico do hospital”, informou a assessoria de imprensa da SESA.
Fonte: Gazeta do Povo

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